Bullying no ambiente escolar

Atualmente, o bullying está inserido na vida de milhares de crianças e jovens. Um em cada dez estudantes brasileiros é vítima deste tipo de intimidação, segundo dado divulgado, em 2015, pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A palavra vem do dicionário inglês “bully” e significa: tirano, briguento, valentão – traduzido para o português. As ações violentas têm como objetivo humilhar, menosprezar e ofender suas vítimas de forma física, verbal e/ou psicológica.

“Os casos de bullying começam muito mais silenciosos e, por isso, são mais graves. Quem sofre a agressão não conta nem na escola nem na família, mas começa a mudar o comportamento”, explica a professora de Psicologia Ciomara Shcneider, para o portal MEC.

Observar mudanças no comportamento de possíveis vítimas pode ser fundamental para acionar a escola, pais e responsáveis, a fim de reverter o quadro o mais rápido possível.

O bullying pode causar diversas reações, como: Desinteresse em ir à escola e/ou relacionar-se socialmente com outras pessoas, hematomas constantes, tristeza, dificuldades para dormir, dores de cabeça (ou de barriga) constantes, irritabilidade, apetite fora do comum e baixa autoestima. Caso o problema não seja trabalhado a tempo, os traumas podem ser irreversíveis nas vítimas.

É preciso entender, que nem toda brincadeira ou apelido é saudável. Ao notar um possível ato de bullying, é necessário explicar, ensinar a criança ou adolescente que praticou a ação que não é correto diminuir, agredir ou menosprezar alguém pelo simples fato de ser quem é. Propor atividades em sala de aula, vídeos e conversas que abordem o tema pode auxiliar na compreensão do que é o bullying e maneiras de preveni-lo.

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